Ainda na Reboot

São 22:27h locais, e ainda estou dentro do hall da Reboot. Ao menos aqui a net é mesmo à pála. Quando funciona. Estou a ser mauzinho, só tem falhado algumas vezes.

Parece que as apresentações mesmo boas, mas mesmo mesmo boas, ficam para amanhã. Entretanto, aqui ficam algumas buzzwords: flow, the long tail, sex, e por aí além. Estou cansado demais para escrever mais. Até amanhã.

Há fotos aqui.

Reboot 9 para iniciantes (como eu)

Não há nada como ler as coisas em tempo real:

E depois, o meu canal em cada um deles:

Obviamente, estes dois serviços são patrocinadores do evento.

Em Copenhaga

Cá estou… A viagem foi… interessante, que é como quem diz “longa”. Para a próxima já sei, não apanhar voos com escala e seguir directamente para aqui. Como só cheguei depois das 19h, perdi o pré-encontro num jardim qualquer da cidade… Adiante.

Copenhaga parece uma cidade interessante, com zonas mais ou menos definidas, isto é, em cada uma se sabe o que se pode/deve fazer: compras, beber, educar filhos, etc. E muito etc.

A pousada onde estou está bem localizada, suficientemente perto da Central Station. O único senão é terem a Internet sem fios em baixo, e ter que ir ao outro lado do rio beber uma pint de Carlsberg para ter net à pala. A cerveja até é boa, o problema é não ter jantado ainda e estar a tornar-se difícil escrever este post…

Amanhã há mais! Espero eu…

Reboot, here I go!

My next post will probably be from Reboot 9. And I think I’ll write it in Portuguese, as there will be many other bloggers writing in English.

It looks like my possible future job will involve Solaris. Cool!

Why the 9 to 5 Office Worker Will Become a Thing of the Past

I know some people that don’t know this…

Link here. Via adrift.

From here. Click to see it bigger.

Comparative Test of Public Symbols

A very interesting test on public sign usability. The results are here, from this post.

Three Scenarios For How Microsoft’s Open Source Threat Could End

Scenario 1: Handshakes all around

As it builds a stable of license partners, Microsoft gains a stake, however small, in the expansion of open source. Through its deal with Novell, Microsoft now gets money from every SUSE Linux license sold. It tries to double, triple, quadruple that.

Scenario 2: Competition snuffed out

With some licensing momentum, Microsoft takes aim at Red Hat and other top open source distributors. When they won’t pay up, Microsoft asserts in court that they violated a set of Microsoft patents (despite Gutierrez’s assertion last week that “if we wanted to [litigate], we would have done so years ago”). Even when the court declares those patents invalid, Microsoft comes back with another suit, picking out another set of patents, and the suits drag on, until the legal expenses overwhelm defendants. One by one, they settle. IBM, with Linux at the center of its hardware strategy, grows more wary, despite having the biggest patent portfolio with which to counterpunch. Can it attack Microsoft’s portfolio without creating precedents that weaken its own portfolio, from which it pulls in $1 billion a year?

Scenario 3: It blows up in Microsoft’s face

So how could Microsoft overplay its hand? Microsoft asserts over and over that the open source code its customers are using is stolen goods. But nobody else believes it. After watching Microsoft single out and take down two startup open source distributors, IBM and the rest of the industry have seen enough. When Microsoft targets another company up the open source food chain, the industry rallies to its defense.

Link.

Finally, someecards I will enjoy sending…

E numa nota diferente:

Via Phil.