A vida, o universo e tudo o resto

The estimated reading time for this post is 110 seconds

Parece que, recentemente, este blogue teve um novo pico de assinantes, coisa nunca vista até agora. Assim, cá vai um daqueles posts que não escrevia há muito tempo.

Eu respeito demais as pessoas. Se calhar a palavra nem é “respeitar”, mas algo como “eu olho sempre para the bright side of people“. Não que tenha ficado desiludo recentemente, mas, infelizmenta para mim, o pedestal em que as tinha colocado não é tão alto como eu gostaria. Aviso do meio do post: este post corre o sério risco de não fazer muito sentido.

Bem, cheguei aquela idade em que eu e as pessoas com quem me dou começam finalmente a tornar-se indepedentes. Ou acabaram os cursos ou casaram-se ou mesmo os dois. Invariavelmente, sempre que nos encontramos, os assuntos acabam por ir dar ao mesmo: trabalho, namoradas/esposas, filhos. Como não tenho nenhum deles, sinto-me, obviamente, excluido de alguma maneira. E começo a enjoar. Sim, até é possivel que seja imaturo o suficiente para não ultrapassar a situação, mas eventualmente espero lá chegar.

Adiante, para outro assunto, mais ou menos relacionado. Mulheres. Ou melhor, o que é que elas realmente querem. The final frontier do conhecimento humano. Ou masculino, vá. Já passei pela fase em que não sabia o que elas queriam de todo, pela fase do “elas querem o mesmo que nós”, e agora voltei à primeira, que era de onde nunca devia ter saido e duvido que algum homem tenha alguma vez saido. Ponto um, ao fim de 26 anos, continuo sem saber “engatar”. Pelo menos conscientemente, dizer a coisa certa na altura certa, fazer o charme necessário para… Sim, porque engatar “inconscientemente” é o pior. Ainda mais quando é alguém por quem não estamos interessados. Mas voltando ao principio do parágrafo, só sei que nada sei. Mas sei que quando quero “engatar” (deve haver outra palavra, não?) conscientemente, bloqueio.

Ponto dois: ou hoje foi só um dia mau.

Não há ponto três.

Ponto quatro: quando fôr grande*, não quero ter um blogue como o do Pedro Mexia.

Ponto cinco: I worry too much.

*Já é tarde para isso, não?

Leave a Reply