Odeio diminutivos. Sempre que ouço alguém a chamar…

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Odeio diminutivos. Sempre que ouço alguém a chamar “Isabelinha” ou “Pedrinho” a alguém, o meu estômago revolta-se. É uma sensação muito má, principalmente se tivermos comido à pouco tempo. Tirando os casos em que os alvos do nome são realmente crianças pequenas, e nesse caso não há problema nenhum, os diminutivos são usados em pessoas que sofrem de pelo menos um dos seguintes problemas:

– Pessoas esteticamente não-atraentes. Este é o caso que tem cura, basta uma ida à Corporacion Dermoestetica e umas simples correcções para se de lá sair uma pessoa nova.

– Pessoas desafiadas mentalmente (e viva o politicamente correcto!). Normalmente, quando vemos algum atrasado mental, ou mongolóide, é sempre o Joãozinho ou a Rosarinho. Chiça, já não basta os tipos serem def‘s, ainda têm de os tratar condescendentemente? Lembro-me que quando andava nos escuteiros havia lá uma miúda, um ano mais velha talvez, chamada Teresa (nome fícticio para protecção do individuo. Ou não.), e claro, chamavam-lhe “Teresinha”. É verdade que ela não era um nenhum génio, e lhe faziam bem umas idas à Corporacion, mas se bem me lembro, ela não era deficiente ou repugnante. Só feia.

Chato, chato, é quando se é um deficiente repugnante. Por incrivel que pareça, eles também são pessoas! Por favor não os tratem por “Amadeuzinho” ou “Mariazinha”!

É por isso que nunca trato ninguém por diminutivos. Só por acidente. Ou porque são mesmo deficientes. Ou repugnantes. Como tenho a sorte de não conhecer ninguém assim, cá me safo.

Mas isto são coisas minhas.

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