Como alguns sabem, sou o fã número 2 da Nelly Furt…

Como alguns sabem, sou o fã número 2 da Nelly Furtado em Portugal (segundo a Antena 3). Ora, a jovem vai lançar o novo album em Novembro e já está online o primeiro single (precisam do Real One para ouvir, e esperar um bocadinho). O que tem de especial, é que não estava à espera de uma coisa tão fixe. A sério! Gostei mesmo, e se a miúda continuar assim, vai ainda mais longe!

Pelo que me parece, uma parte significativa dos “b…

Pelo que me parece, uma parte significativa dos “bloguistas” é de esquerda. Não vou discriminar nenhum pondo aqui o link para apenas uns poucos, mas seria interessante fazer uma verdadeira sondagem sobre qual a linha politica geral. É engraçado como a maior parte deles trata a direita de uma maneira… condescentedente por assim dizer. Do estilo “eles não sabem o que fazem”… O problema é que sei perfeitamente do que falo. Sei realmente como vivem as pessoas no bairros de lata porque já lá estive, a fingir que ajudava pessoas. Não vou ser hipócrita e dizer que o fiz por altruismo ou que gostava. Fiz porque a tal era obrigado, mas decerto que já foi mais do que o pessoal de esquerda que anda por ai. Não me esqueço de saber que um dos dirigentes do BE frequentava (se é que já não o faz) um dos ginásios mais caros de Lisboa, o Holmes Place.

As minhas ideias politica estão para breve… num blog perto de si.

Saiu o nº 5 do Ghetto Times! É o melhor até agora!…

Saiu o nº 5 do Ghetto Times! É o melhor até agora! Para quem está curioso, o Ghetto Times é uma publicação mais ou menos periódica, composta por várias colunas com nomes tão sugestivos como “Nordic Crusader” ou “The Flying Drumstick”. São escritas por ex-colegas de faculdade, todos fãs de MANOWAR! Os temas dos artigos vão desde… sei lá(!)… a… uma coisa totalmente diferente! Mas se quisermos resumir tudo numa palavra, e sendo mesmo injustos pois é impossivel resumi-los, o metal está lá. Ok, foram quatro palavras. Leiam e aprendam!

A minha única ligação à publicação é o Nuno, o tal “Nordic Crusader” ou “Alchemist Extraordinaire”, dependendo da situação. E não me pagou para isto… huummm…. “NNUUUUNNOOOOO, ‘tás-me a dever 5 mocas!”

Odeio diminutivos. Sempre que ouço alguém a chamar…

Odeio diminutivos. Sempre que ouço alguém a chamar “Isabelinha” ou “Pedrinho” a alguém, o meu estômago revolta-se. É uma sensação muito má, principalmente se tivermos comido à pouco tempo. Tirando os casos em que os alvos do nome são realmente crianças pequenas, e nesse caso não há problema nenhum, os diminutivos são usados em pessoas que sofrem de pelo menos um dos seguintes problemas:

– Pessoas esteticamente não-atraentes. Este é o caso que tem cura, basta uma ida à Corporacion Dermoestetica e umas simples correcções para se de lá sair uma pessoa nova.

– Pessoas desafiadas mentalmente (e viva o politicamente correcto!). Normalmente, quando vemos algum atrasado mental, ou mongolóide, é sempre o Joãozinho ou a Rosarinho. Chiça, já não basta os tipos serem def‘s, ainda têm de os tratar condescendentemente? Lembro-me que quando andava nos escuteiros havia lá uma miúda, um ano mais velha talvez, chamada Teresa (nome fícticio para protecção do individuo. Ou não.), e claro, chamavam-lhe “Teresinha”. É verdade que ela não era um nenhum génio, e lhe faziam bem umas idas à Corporacion, mas se bem me lembro, ela não era deficiente ou repugnante. Só feia.

Chato, chato, é quando se é um deficiente repugnante. Por incrivel que pareça, eles também são pessoas! Por favor não os tratem por “Amadeuzinho” ou “Mariazinha”!

É por isso que nunca trato ninguém por diminutivos. Só por acidente. Ou porque são mesmo deficientes. Ou repugnantes. Como tenho a sorte de não conhecer ninguém assim, cá me safo.

Mas isto são coisas minhas.

Eh! Já quase que me esquecia que tinha isto… que…

Eh! Já quase que me esquecia que tinha isto… que tenho andado a fazer, uma semana e pouco depois do regresso dos EUA? Nada. Para variar. Inscrevi-me na semana passada na escola, e amanhã “começam” as aulas. 3º ano finalmente… Vai ser giro… ou não…

Huumm… e isto aqui no blog tem coisas novas… deixa lá pôr isto com a data de ontem…

Como uma imagem vale mais que mil palavras, estão …

Como uma imagem vale mais que mil palavras, estão aqui +-64MB delas.

Mas para não dizeram que não escrevo nada, aqui fica um excerto de um poema escrito por um “colega”, Zé Da Chica, publicado no Portuguese Times de 3 de Setembro de 2003, sobre a “moda”:

P’rós rapazes, hoje a moda,

O estilo foi mudado,

Para alguns até à mingua.

A rapaziada toda

Traz o cabelo rapado,

E brincos até na língua.

As mulheres são mais modernas,

Saias de estilo antigo,

Muito justas e compridas,

Tapando as suas pernas,

Mostrando bem o umbigo,

Com as argolas metidas!

Quanto ao peito, que se entenda,

Não é lá muito ruim

A maneira de o trazer!

Falta um pouco de fazenda,

Mas fica tão bem assim.

(O que é bom é p’ra se ver!)

Há muito moço trazendo

Uma roupinha indecente

Com um fundilho incapaz.

Mas alguns, não compreendo,

A roupa que falta à frente

Eles vão levando atrás!