RSS do jornal Público!

Este post está em draft há tempo demais…

Numa conversa no FB, descobri que o jornal Público disponibiliza mais feeds RSS do que aparenta. São estes:

http://feeds.feedburner.com/PublicoRSS
http://feeds.feedburner.com/Publicotecnologia
http://feeds.feedburner.com/Publicoeconomia
http://feeds.feedburner.com/Publicocultura
http://feeds.feedburner.com/Publicomundo
http://feeds.feedburner.com/Publico_ciencia

How to mute the microphone in Android

Do you want to mute the microphone during a phone call or when recording/broadcasting video? Install this:
Mute Mic

Malditos comunas!

Só para o caso de ainda não terem ido ver O filme do ano, aqui fica uma amostra.

Serviço Público:Como distinguir perigosos comunistas dos outros cidadãos respeitáveis.

Posted by Capitão Falcão on Segunda-feira, 27 de Abril de 2015

Music streaming services

In the last couple of years, I’ve stopped downloading music in favour of streaming services. I had, and still have, a 6000+ song collection in my mp3 player (the best one ever made: iRiver H3XX, self-upgraded several times), but since I listen to music mostly while working, I moved on to streaming services.
These services gave me a lot of new music, most (but not all) of the old one I already had and sometimes a few extra perks.
I started with Grooveshark, and I quite liked it. Some cool current features:

  • Upload your own music
  • DIY radio station
  • Chat inside the radio station

They changed the UI very recently, and it’s looking even better, but I’m having some problems with the chat part.

Last summer I decided to give Spotify a chance, mainly due to them having a lot more recent music, and some very nice ready-made play lists. The problem were the extremely annoying adds! Nevertheless, by the end of 2014, that was the service I was using exclusively. At that time, they launched a promotion, giving 3 months of premium membership for €0,99. It was the perfect excuse to try premium perks for the first time.
So, fast forward 3 months, and I know I’m not going to renew the membership. While not having adds was very good, the rest of the perks were things that I actually don’t use! If they ever create a tier where only the adds are removed, I may come back.

And then there’s Google Music. I never really used until I decided to double the size of my mp3 player hard drive. Since I needed some way to transfer the music between drives, instead of just saving to a portable drive, I uploaded it to Google Music. Now I have my collection available everywhere, and I’m currently downloading it back to the new drive.

So, long story short, paying for music streaming is not for me (in it’s current form), as the prices are too (damn) high for my use case.

musicstream2damnhigh

After Spotify’s trial is over, I’ll probably get back to Grooveshark, but try out Google Music too.

My 2014 on Strava

The few times I practice any kind of exercise, I usually quantify them with Strava. This year, it looks like they have a neat video summary. I’m not sure if I should be proud of myself…


Video link.

Twelve Monkeys

One of my favourite movies ever is getting a series. Well, time to fire up the good ol’ torrent.

Informação livre

Depois do post do outro dia, deixo uma sugestão para um qualquer jornal (ou simples página de “noticias”): libertem a informação.

Com o amadurecer da tecnologia na Internet, tem vindo a crescer o número de “walled gardens”, como tudo o que está ligado ao iOS da Apple, e até os serviços que têm APIs próprios e não precisam (Twitter, Google, Facebook, etc). Se bem que isto dava para muita coisa, vou cingir-me aos jornais, pois insistem em cometer o mesmo erro.

O problema:

Para ler artigos em jornais online existem, resumidamente, 3 formas:

  • ir ao site do próprio jornal
  • usar a aplicação do jornal
  • usar feeds RSS que o jornal disponibiliza

Os dois primeiros estão intimamente ligados à necessidade se financiar, pois são os que permitem ter melhor retorno nos anúncios e/ou assinantes. Infelizmente, os feeds RSS são extremamente negligenciados, até pelos leitores, mas são os que melhor permitem que a informação flua. Atenção que não tem de ser assim, pois é perfeitamente possível injectar anúncios em feeds RSS.

Imagino que haja várias razões para a não adopção de RSS por ambas as partes, mas acaba por ser uma pescadinha de rabo na boca: os jornais não os implementam porque os leitores não os usam; os leitores não os usam porque os jornais não os implementam. Isto pode até ajudar a explicar o sucesso dos blogs, em que noticias e opiniões não têm que obedecer a limites tecnológicos retrogrados.

No meu caso pessoal, utilizador intensivo de RSS, é assim que leio tudo o que me interessa e, quando não os há, tento cria-los manualmente. Isto funciona, mas só até certo ponto. O certo ponto é quando, por qualquer razão, estes feeds “manuais” deixam de funcionar. De vez em quando, é possível altera-los, obtendo o mesmo resultado mas, quando assim não acontece, o mais provável é deixar de ler completamente a fonte.

A solução:

HTML, CSS, RSS.

Estas são as tecnologias standard na Internet. Sim, claro que podem e devem usar JavaScript nas vossas páginas, mas usem quando o objectivo é melhorar a experiência do leitor e não dificultar-lhe a vida.

Exemplo prático:

Um jornal tem várias secções (noticias de ultima hora, desporto, artigos de opinião, etc). Porque não ter um feed RSS por secção? E se esse feed for cumulativo? Por exemplo:

www.jornal.pt/desporto/feed.rss

pode ser o feed que permite ler/listar todos os artigos na secção de desporto. Agora imaginemos que eu só gosto de ping-pong. Que tal permitir o seguinte:

www.jornal.pt/desporto/ping-pong/feed.rss

E assim veria apenas os artigos da secção de desporto relacionados com ping-pong. Este “acumular” de restrições poderia ser baseado em palavras chave, que a maior parte dos jornais já usa.

Outro exemplo:

www.jornal.pt/opiniao/antonio-silva/feed.rss

Isto poderia permitir listar apenas os artigos de opinião escritos por “António Silva”

Vantagens:

  • para o jornal:
    • permite injectar publicidade direccionada nos feeds. No exemplo anterior, os feeds da secção de desporto poderiam ter anúncios de ténis e não de pensos higiénicos (partindo do principio que o mercado alvo compra poucos pensos higiénicos)
    • contabilizar exactamente quantas pessoas lêem determinados temas
    • estatísticas(?)
  • para o leitor:
    • poder ler o que mais lhe interessa
    • ser notificado quando há novos artigos sem ter que ir à pagina do jornal
    • poupança de tempo

E seria assim um mundo ideal, onde os amanhãs cantam.